Na reunião, você vê com os seus números na mesa onde a sua clínica está perdendo margem hoje: na entrada do paciente, na conversão ou na gestão.
Não saiu de estudo sobre clínica. Saiu de dentro delas.
Imagine uma clínica com 15% de margem líquida. A mesma clínica, com o mesmo faturamento e 35% de margem, fica com mais que o dobro no fim do mês. Essa diferença não depende de paciente novo. Ela vaza todo mês, em pontos que você já conhece:
Isolado, nenhum dos três resolve. Tráfego sem comercial é lead caro e perdido. Tráfego e comercial sem gestão é clínica que cresce e vê a margem evaporar. Gestão sem os outros dois é clínica organizada, porém estagnada.
Antes de mexer em qualquer coisa, descobrir onde está o maior vazamento: no tráfego trazendo curioso, no comercial sem método de fechamento ou na gestão sem processo e sem indicador.
Tráfego pago, referidos, lista de inativos, base de pacientes ativos, campanhas sazonais, parcerias e eventos. O alvo é o paciente com dor ativa e desejo real, não o curioso.
Pré-qualificação, confirmação ativa, roteiro de avaliação e fechamento, e acompanhamento diário de conversão. Comercial não é responder mensagem. É conduzir decisão.
DRE e margem real, custo por procedimento, inadimplência, fluxo de caixa e processo por setor. Cada setor com objetivo claro, cada função com responsabilidade, cada número acompanhado.
Os três pilares atacados ao mesmo tempo, com prioridade no vazamento mais crítico. E acompanhamento para a execução não virar mais um plano bonito.
É quando o comercial passa a converter melhor, o comparecimento sobe e você começa a sentir alívio no operacional.
É quando os três pilares estão funcionando integrados e a clínica deixa de depender da sua presença constante.
Para olhar o seu funil e apontar onde está o vazamento principal: na demanda, na conversão ou na margem.
Faturamento médio do mês, margem líquida estimada já com o seu pró-labore, valor médio dos principais procedimentos e quantos contatos entram por mês. Pode ser aproximado.
Sócio ou cônjuge ouvindo a mesma conversa, ao mesmo tempo, evita que você tenha que repetir tudo depois.
Se fizer sentido para os dois lados, você recebe a proposta com o investimento. Se não fizer, a conversa acaba ali, e você sai sabendo onde a sua clínica perde margem.
Não. Tráfego é um dos sete canais, e sozinho não resolve: canal não resolve desorganização, canal amplifica o que já existe. O trabalho passa pelo comercial e pela gestão da clínica.
Porque quase sempre o tráfego foi feito sem um comercial preparado para converter. Imagine uma clínica com 100 oportunidades no mês, 40% de comparecimento e 30% de fechamento: são 12 pacientes. Com confirmação ativa, pré-qualificação e roteiro, 80% e 60%: são 48, dos mesmos 100. O tráfego foi o mesmo. O que mudou foi o processo comercial.
Não. É implementação: estrutura dos canais de prospecção, processo comercial completo e gestão com indicadores, rotinas e processos por setor, com acompanhamento para a execução acontecer.
Esse processo roda em cidades como Sete Lagoas, Ouro Preto e Ipatinga, todas em Minas Gerais, e nenhuma é cidade grande. O fator determinante não é a cidade, é o nível de estrutura.
Equipe não nasce pronta. Ela performa quando existe processo, objetivo claro e acompanhamento. Quando não há direção clara, a culpa não é da equipe, é da ausência de sistema.
Você não tem tempo justamente porque a clínica não tem estrutura. Organização devolve tempo, não consome.
Muita clínica vende bem e não sabe qual é a sua margem real. A pergunta é quanto sobra no fim do mês, já tirando o seu pró-labore. Se você não sabe responder de cabeça, está pilotando pelo extrato.
Não. É para clínica médica, odontológica ou estética com operação ativa, que já fatura e quer margem. Quem está começando do zero ou quer só rodar anúncio não é o perfil.
Quando aplicado, o primeiro resultado aparece entre 4 e 8 semanas, com o comercial convertendo melhor. A operação se consolida em até 6 meses, com os três pilares integrados.
O investimento é apresentado na reunião, depois de entender o cenário da sua clínica. Se fizer sentido, você recebe a proposta e responde sim ou não.
Para a conversa começar direto no vazamento, separe quatro números, mesmo que aproximados: o faturamento médio do mês, a margem líquida estimada já com o seu pró-labore, o valor médio dos principais procedimentos e quantos contatos entram por mês.